O novo sistema de pagamento – PIX – já faz parte do dia a dia de comerciantes e clientes. Apesar da grande repercussão de informações e dúvidas sobre a novidade, essa forma de pagamento se espalhou rapidamente pelo país e muitos brasileiros aderiram à transação.
A ideia é facilitar e agilizar o pagamento na aquisição de produtos ou serviços, pois esse tipo de transferência permite que o dinheiro vá diretamente da conta de origem para a conta destino em segundos.
Há quem defenda o uso dessa transação e também aqueles que se sentiram receosos em adotar essa forma de pagamento. Neste artigo, explicaremos brevemente como o PIX funciona e qual sua finalidade.
Saiba de onde surgiu o nome
Com o objetivo de estar disponível 24 horas por dia e ser realizado em segundos, o meio de pagamento criado pelo Banco Central recebeu um nome curto e fácil de pronunciar.
Apesar de ser um Pagamento Instantâneo, a palavra PIX não é uma abreviação. Segundo o BC, PIX representa os conceitos de tecnologia, transações financeiras e pixel, que são pontos luminosos que aparecem em uma tela.
O intuito é possibilitar transferências de valores de maneira segura e mais rápida do que os meio tradicionalmente usados, como o DOC e a TED.
Como utilizar o PIX?
Para iniciar a utilização, tanto Pessoa Física quanto Jurídica precisam realizar um cadastro virtual em um prestador de serviços financeiros, como um banco, uma fintech ou uma plataforma de pagamentos, onde possui conta corrente, poupança ou de pagamento.
Você pode fazer esse cadastro através de aplicativo ou Internet Banking.
É necessário escolher um código, chamado de Chave PIX. Essa chave é composta por números e pode ser, de preferência, seu número de CPF, CNPJ ou celular.
Uma vez cadastrada sua chave em um banco não é possível utilizar o mesmo código em outra instituição bancária. Isso ocorre para garantir sua segurança.
Neste caso, você pode criar outro número para compor a chave PIX em outro banco em que possui conta. Essas informações são passadas ao Banco Central para conclusão do cadastro.
A chave funciona como um endereço para sua identificação, por exemplo, quando os clientes efetuarem um pagamento para você ou se você for enviar uma transferência para alguém.
É vantajoso para o varejo e lojas virtuais
Com a promessa de aumentar a velocidade de pagamentos, o PIX ganha votos positivos de quem trabalha no comércio em geral – lojistas, artesãos, vendedores, prestadores de serviços.
Uma das vantagens é o baixo custo da transação, por não precisar de uma máquina específica para realizar o pagamento.
Outro ponto a observar é a competitividade gerada no mercado, considerando que o processo de compra e venda de um produto fica mais ágil.
E-commerces, por exemplo, sofrem com o abandono do carrinho quando o cliente se depara com o boleto bancário. Ou até mesmo, acontece o esquecimento do consumidor em pagar o boleto e, dessa forma, a compra não é efetivada.
Agora, adotando o PIX, os sites garantem a praticidade para seus consumidores e podem fechar mais vendas.
Para incentivar ainda mais as negociações eletrônicas, o BC criou a função de saque e de troco no varejo.
O PIX Saque possibilita ao cliente retirar dinheiro em espécie em lojas, supermercados, farmácias, etc. Se precisar, o correntista terá a opção de pagar um valor superior ao das suas compras e obter o retorno da diferença em moeda – com o PIX Troco.
Essa proposta é interessante, por exemplo, em locais onde é mais difícil o acesso a instituições bancárias.
Em relação à segurança, as transações são intermediadas pelo Banco Central, além dos protocolos estabelecidos pelas instituições financeiras.
Do ponto de vista das empresas, o PIX também diminui os custos com transações através de boleto bancário e os riscos de armazenar dinheiro em espécie no estabelecimento comercial.
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