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O peso do capital de giro para a saúde financeira do negócio

fev 17, 2023 | Finanças, Varejo | 0 Comentários

O capital de giro é a base de qualquer negócio. Isso se deve ao fato de ele ser a reserva a que se recorre para o pagamento de contas essenciais, ou seja, é com esse fundo de reserva que você conta para manter a saúde financeira do seu negócio.

O Capital de Giro é uma reserva de alta rotatividade, que possibilita o equilíbrio e a manutenção do funcionamento da sua empresa enquanto não entra dinheiro em caixa.

Você talvez possa estar pensando que se trata apenas de um valor necessário para o início das operações do negócio.

Na verdade, o capital de giro é um valor de reserva a que se recorre com frequência, seja em que estágio de operação estiver a sua empresa.

Mesmo empresas de longa trajetória não podem abrir mão de uma gestão eficiente e atenta do capital de giro — pelo contrário, é justamente o que garante a longevidade de uma organização.

Isso porque é ele o responsável pela manutenção das atividades operacionais até o recebimento pelo produto ou serviço adquirido pelo cliente.

Necessidade de reposição constante

Vimos, então, que o capital de giro é o que garante a você o pagamento de suas despesas rotineiras enquanto você não recebe dos seus compradores e precisa arcar com suas responsabilidades com fornecedores e demais prestadores de serviço.

Se ele tem uma alta rotatividade, você já deve imaginar que ele precisa ser constantemente reposto.

Ou seja, assim que certa quantia tiver de ser usada para o pagamento de uma dada operação, você já deve estabelecer um prazo de reposição do fundo.

Não se restringe aos recursos líquidos

Segundo Marcos Piellusch, consultor em Avaliação de Empresas, com mais de 20 anos de experiência como executivo e consultor na área professor e coordenador nos cursos de MBA e Pós Graduação de Finanças do Labfin.Provar – FIA BUSINESS SCHOOL, o capital de giro é um termo geralmente mal interpretado e, principalmente, mal gerenciado na prática. No varejo esse conceito assume grande importância, tendo em vista as características das empresas varejistas.

“Em nosso linguajar do dia a dia, geralmente o termo capital de giro é aplicado ao caixa que está disponível na empresa para o cumprimento das obrigações de curto prazo. Porém, o termo Capital de Giro utilizado em Finanças e Contabilidade se refere, de forma mais ampla, aos investimentos efetuados pela empresa no curto prazo, ou seja, além do caixa que está disponível para utilização, consideram-se todos os outros bens e direitos que podem ser recebidos no curto prazo, em até 12 meses”, comenta ele.

Assim, o capital de giro não se restringe aos recursos líquidos, ou seja, ao caixa disponível para utilização, mas abrange também os recursos que estão efetivamente aplicados na atividade da empresa, e que são necessários para a manutenção das operações da empresa.

Além disso, o capital de giro não abrange apenas os recursos que estão aplicados, mas as obrigações já assumidas e que a empresa tem a cumprir em até 12 meses, como pagamentos a fornecedores, salários aos colaboradores, tributos, empréstimos bancários, aluguéis entre outros.

Capital de Giro como investimento permanente

O professor Marcos Piellusch afirma a importância do Capital de Giro como investimento permanente

Nesse contexto, o Índice de Liquidez Corrente é amplamente utilizado pelos bancos, financeiras e pelos próprios gestores para avaliar a situação das empresas, com a finalidade de mensurar o risco associado à gestão do Capital de Giro.

No entanto, esse indicador não é suficiente para avaliar a eficiência com que a empresa faz essa gestão, pois apesar dos Ativos Circulantes representarem valores a receber, esses itens, como estoques, contas a receber de clientes e outros constituem investimentos necessários para a manutenção da operação.

Ele explica: “Suponha, por exemplo, que a empresa anteriormente descrita possua R$ 120.000 a receber de clientes referentes a vendas realizadas, além de R$ 100.000 em estoques.

Ao receber esses valores, a empresa não pode simplesmente usar os recursos livremente, pois ao menos parte desses recursos precisam ser empregados na reposição dos estoques, pagamento de fornecedores e outros. Com isso, podemos verificar que parte dos Ativos Circulantes representa investimentos permanentes necessários para que a empresa continue a exercer suas atividades”.

Boa gestão para longa operação

Marcos Piellusch ainda diz que no caso de uma empresa varejista, o estoque é absolutamente necessário para garantir a disponibilidade de produtos para pronta entrega, com variedade suficiente para atender à demanda dos clientes. “Além disso, como parte das vendas é realizada a prazo, com cartão de crédito ou crediário, o fato de ter contas a receber de clientes é quase inevitável”, completa o especialista.

Esses Ativos Circulantes que são intimamente associados à operação, e que representam recursos permanentemente aplicados no dia a dia da empresa, são chamados de Ativos Circulantes Operacionais.

“O fato é que sua manutenção é necessária para a continuidade das atividades da empresa”, finaliza ele, oferecendo uma rica reflexão sobre a importância da boa gestão de Capital de Giro.

Aproveite sua visita ao nosso blog para conhecer todos os nossos cursos na área de finanças. Eles podem ajudar você a administrar com mais eficiência o capital de giro do seu negócio.

Fonte: FIA – LABFIN.PROVAR

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