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Mindset ágil: aprenda a acertar e errar rápido para entregar melhor

nov 17, 2020 | Varejo

Muitas empresas enfatizam a rapidez na entrega e o foco em resultados como meta principal de seu modelo de negócio. No entanto, em diversas discussões recentes sobre liderança, por exemplo, temos visto que tal ênfase vem sendo relativizada, de modo a deslocar o foco maior de preocupação. Assim, ganha espaço a importância das interações entre as pessoas para a qualidade das entregas e o aprimoramento de resultados. Nesse sentido, o conceito de mindset ágil é um ponto bastante relevante a se considerar para um novo entendimento organizacional.

“O mindset ágil não procura acelerar as coisas: na prática ele procura identificar mais rápido os acertos e erros; por isso, ele é chamado de ágil”, diz o professor da FIA e executivo da Projeto TI 360, Reinaldo Nogueira.

Para entendermos mais sobre o conceito de mindset ágil e as vantagens de uma cultura organizacional pautada nesse tipo de mindset, vamos compartilhar aqui alguns trechos do bate-papo que tivemos recentemente com o Prof° Reinaldo Nogueira.

***

Mas o que é exatamente mindset ágil?

O conceito de mindset ágil tem a ver com agir rápido, criar protótipos, interagir o máximo possível para que, a partir da interação, haja modelos muito mais aplicáveis à realidade do que simplesmente algo focado somente no planejamento e, depois dele, numa entrega.

Com o mindset ágil, também se faz planejamento, mas a entrega se dá a partir de várias interações, definindo o projeto no gerúndio: gerenciando, implantando, interagindo, complementando e assim por diante.

A máxima do conceito de mindset ágil é simples e direta: errar o mais rápido possível e acertar o mais rápido possível.

O mindset ágil não procura acelerar as coisas. Na prática, ele procura identificar mais rápido os acertos e erros, sendo, por isso, chamado de ágil.

Qual a relação entre mindset ágil e transformação digital?

O mindset ágil pode interpretar melhor como a empresa constrói a ponte entre o que ela tem hoje e o que ela deseja lá na frente.

Toda transformação parte do princípio de que você sai de um lugar e vai para outro.

Imagine o efeito de uma ponte: você sai da face sul e vai para a face norte. Existe um processo de transformação, uma entrega, de um ponto a outro.

E aqui é exatamente a mesma coisa: quando se fala do conceito de mindset ágil identificado com a transformação digital, a grande pergunta é como identificar rápido e acelerar o seu relacionamento (não a entrega, mas o relacionamento) para transformar rapidamente a sua empresa em uma organização digital, que entrega resultados, que usa tecnologia, que ouve os clientes através dessa tecnologia e que faz um relacionamento muito íntimo e próximo com o cliente por meio dela.

Como as empresas e os profissionais podem desenvolver um mindset ágil?

Uma questão central aqui é buscar pessoas que tenham abertura para ouvir e interpretar. Eu costumo dizer sempre que pessoas que têm o mindset ágil diminuem o tamanho da boca e aumentam o tamanho do ouvido e dos olhos.

Porque elas enxergam e ouvem mais e, a partir disso, criam ideias baseadas na audição, nos comportamentos, nas experiências. É um ser construtivo, diferente do mindset fixo.

Este último procura trabalhar sempre da mesma forma, na zona de conforto tradicional que um bom cérebro gosta, de modo que as coisas sejam funcionais. Isso não está errado, afinal, se não fosse assim, nós não seríamos seres funcionais.

Porém, como trabalhamos muito com o conceito de modelos mentais, nos adaptamos à prática de repetição do dia a dia. Assim, acabamos não nos preocupando mais em fazer as coisas parando para revisar qual é o melhor caminho e se o caminho atual é o mais eficaz e eficiente.

Essa é uma tônica que o mindset construtivo, sem se esquecer da necessidade da prática do dia a dia, procura sempre questionar. Uma pessoa que tem o mindset ágil sempre busca algo diferente, imaginando melhorar sempre.

Como uma cultura organizacional baseada no conceito de mindset ágil pode colaborar na resposta aos atuais desafios do mundo e romper paradigmas?

Liderança está para pessoas assim como gestão está para os processos. Ou seja, ajuda bastante ter uma liderança que compre a ideia, que dialogue entre os canais da empresa, flexibilizando e facilitando o caminho de inovação e o pensar diferente, e que tenha uma forma diferente e audaz de ver as coisas.

Mas, acima de tudo, a empresa precisa estar disposta a mudar. Por exemplo, se eu quero mudar, eu tenho que partir do princípio que eu devo ter autonomia e atitude para fazer isso. Eu sou a primeira pessoa que precisa mudar para implantar a mudança dentro de mim mesmo. Eu tenho que comprar essa ideia para depois pensar lá na frente.

Uma organização funciona da mesma forma. Se ela está baseada no conceito de mindset ágil e tem o desafio de romper barreiras para isso, é preciso comprar essa ideia e vendê-la não só internamente, mas do lado de fora da companhia.

Inteligência competitiva mora dentro da empresa; vantagem competitiva é como ela é percebida. Então, se uma empresa tem uma inteligência competitiva bem estruturada, composta de pessoas que têm o mindset ágil, com atributos, artefatos e dinâmicas ágeis, se a lição de casa já está feita, cabe agora transformar inteligência competitiva em vantagem competitiva.

É o exemplo da ponte que eu trouxe lá atrás: quanto mais rápido você percorrer a ponte da inteligência para a vantagem competitiva, mais facilmente você vai ter sucesso no mercado.

***

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