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Análise de risco: quais são as melhores ferramentas para controle?

out 13, 2021 | Finanças, Inovação | 0 Comentários

Investir no mercado de ações exige conhecimento e aplicação de técnicas para orientar suas decisões. Para auxiliar a tomada de decisão na compra e venda de ações você pode optar pela análise fundamentalista.

Fazer este tipo de análise é um processo trabalhoso por englobar tantos aspectos, privilegiando uma visão macro da empresa e de suas ações. No entanto, quem adota essa técnica pode obter bons resultados, já que consegue avaliar com assertividade a saúde do negócio e as tendências de valorização ou desvalorização dos papéis que ela emite.

Como o nome indica, trata-se de uma análise dos fundamentos da empresa que emite a ação, incluindo sua situação financeira, sua posição no mercado e como ela está sendo (ou poderá ser) afetada pelo cenário social, político e econômico.

Neste artigo, vamos te ajudar a compreender melhor o tema.

Entendendo a análise fundamentalista

O principal precursor da análise fundamentalista foi Benjamin Graham. Um de seus discípulos mais conhecidos, que levou a técnica adiante, é Warren Buffett. Eles defendem a análise geral do desempenho da empresa e do contexto no qual está inserida para identificar seu potencial de valorização.

Tipicamente, a análise fundamentalista é uma técnica preferida pelos investidores que adotam o estilo buy-and-hold.

Isto é, aqueles que investem em ações com a intenção de mantê-las na carteira e ganhar com a sua valorização ao longo do tempo, não de vendê-las em seguida para lucrar imediatamente.

O motivo é que essa técnica utiliza muitas informações que indicam tendências de desempenho em longo prazo.

Enquanto isso, para os investidores que atuam mais focados no trading, o que interessa são os indicadores de curto prazo.

Análise fundamentalista vs. Análise técnica

Uma maneira mais simples de entender a análise fundamentalista é por meio da comparação com outra, a análise técnica.

A análise técnica consiste em identificar e analisar tendências estatísticas extraídas das próprias atividades de trading, como variações no preço das ações e volume de negociações.

Por exemplo, um trader observa que existe uma tendência histórica de que o preço de determinada ação aumente em certo período do ano.

Com isso, ele pode tomar a decisão de compra para adquirir o papel logo antes desse período começar, e vendê-lo quando o preço atingir aquele que, também de acordo com as tendências, seria o seu pico. Assim, ele lucra com a venda durante uma alta temporária.

Por outro lado, a análise fundamentalista não olha para preço ou volume de negociação, nem se interessa muito pelo desempenho passado de uma ação na bolsa. Na verdade, observa as bases do negócio da empresa que emite aquela ação, tentando determinar seu valor intrínseco.

O pressuposto básico de quem adota a análise fundamentalista é comprar ações cujo preço não reflete todo o potencial do seu valor intrínseco.

Isso não significa que a análise técnica seja menos recomendada do que a fundamentalista. A questão é que elas são mais adequadas em situações e propósitos diferentes.

Um trader não está interessado em esperar anos até que uma empresa deslanche para lucrar, ele busca resultados de curto prazo com a compra e venda.

Entretanto, o investidor buy-and-hold está mais interessado em construir uma carteira com a possibilidade de aumentar de valor organicamente com o tempo.

Como é feita a análise fundamentalista?

Agora que você já entendeu melhor o que é a análise fundamentalista e como ela difere da análise técnica, vamos explorar como ela é feita na prática.

Tenha em mente que o nosso foco é na aplicação desse método para tomar decisões de compra e venda de ações. Porém, ela pode ser útil para diversos outros tipos de ativos, de bonds a derivativos, incluindo os instrumentos de dívida emitidos pelo Governo.

Um investidor que adota a análise fundamentalista, de maneira geral, deve observar as seguintes informações:

– faturamento;

– receita;

– margem de lucro;

– retorno sobre investimento dos projetos;

– previsão de crescimento;

– competidores e fatores de risco próprios do segmento;

– questões políticas e econômicas mais amplas que podem afetar o segmento.

Como é possível perceber, é preciso olhar bastante para dentro da empresa, mas também para fora dela.

E, como visto antes, a partir de todas essas informações o investidor conclui qual é a relação entre preço e valor intrínseco.

Se o preço é inferior ao valor intrínseco, é o momento de comprar, pois a ação deverá se valorizar em médio e longo prazo.

Por outro lado, se o preço for superior ao valor intrínseco, é o momento de vender.

Fatores fundamentais quantitativos e qualitativos

Logo você perceberá que, na análise fundamentalista, nem todos os fatores observados podem ser expressos em números duros.

Por isso, dizemos que existem duas categorias de fatores fundamentais: quantitativos e qualitativos.

Os fatores qualitativos podem ser menos precisos, mas eles não são necessariamente menos confiáveis.

Alguns exemplos de fatores qualitativos incluem a qualidade do time de gestão, o modelo de negócios, a vantagem competitiva e a governança corporativa.

Já os fatores quantitativos são mais fáceis de identificar. Podemos citar, por exemplo, a receita, o faturamento, os custos e todas as outras informações que aparecem nos relatórios financeiros e contábeis.

Também entram na categoria quantitativa outras informações que não aparecem nesses relatórios, como o tamanho da base de leads e clientes, e a capacidade produtiva mensal ou anual.

Análise fundamentalista e análise de riscos

Como já vimos, a análise fundamentalista costuma ser adotada por quem prioriza uma estratégia de investimento voltada ao longo prazo.

E, se você tem a intenção de manter uma ação na sua carteira durante anos, você precisa considerar os riscos que afetam a empresa emissora.

Uma empresa que entra no mercado com um produto extremamente inovador, por exemplo, corre o risco de não ter aceitação dos consumidores, ou de não conseguir se adequar às regulações estatais.

Então, sem a análise de riscos, você pode acabar apostando alto nas ações dessa empresa para vê-la quebrar alguns meses depois.

Isso não significa que o investidor só deve apostar em empresas de baixo risco. Até porque a regra básica do mercado financeiro é que, quanto maior o risco, maior o potencial de retorno. No entanto, você precisa estar ciente dos riscos.

Desta maneira, será possível adotar a estratégia mais inteligente, de modo que esses riscos não destruam o patrimônio que você está tentando construir.

Como fazer a análise de riscos? Da mesma forma que é feita a análise fundamentalista: olhando para a empresa, para o mercado e para a economia.

Então, reflita: quais são as situações mais perigosas a que esse negócio está exposto?

Agora você já sabe quais são os principais aspectos da análise fundamentalista. Mas é claro que somente o início.

Quem quer começar a investir, seja na vida pessoal ou como profissão, precisa se aprofundar ainda mais nesse assunto.

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