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Projeção das vendas trimestre setembro–novembro estima recuo

set 19, 2024 | Cenário econômico | 0 Comentários

IBEVAR e FIA BUSINESS SCHOOL realizam estudos periódicos que apoiam as melhores decisões para os negócios. O indicador de vendas para o trimestre setembro – novembro deve recuar 0,10% no conceito “varejo restrito”. Dos onze segmentos do FIBGE, para sete estima-se queda das vendas (dois) ou estagnação (cinco). E ainda, perspectivas de expansão para três. 

O estudo mostra que na classificação “varejo ampliado”, onde se inclui “veículos” e “material de construção”, o volume de vendas deve permanecer inalterado devido a expansão prevista de 1,51% para o primeiro segmento, além de “Móveis e eletrodomésticos” (1,89%), “Artigos de uso pessoal” (1,71%) e “Artigos farmacêuticos” (1,14%).

Cenário econômico

Para o segmento “Material de construção” se espera estagnação. O mesmo comportamento, isto é, variação nula no período setembro – novembro se registra também para: “Material de escritório”, “Combustíveis”, “Alimentos” e “Supermercados”. Para os segmentos “Livros e revistas” (-4,34%) e “Tecidos e vestuário” (-0,7%) a previsão é de retração das vendas

Como afirma Claudio Felisoni de Angelo, Presidente do IBEVAR e Professor da FIA Business School: “As perspectivas para o varejo continuam sendo pouco alentadoras. As taxas de juros elevadas e a incerteza sobre a respectiva trajetória nos próximos meses explicam esse comportamento”

Queda na inadimplência Pessoa Física 

Em complemento ao mapeamento do mercado, de acordo com a projeção elaborada pelo IBEVAR e pela FIA BUSINESS SCHOOL, a taxa de inadimplência (recursos livres) deve ficar entre 5,14% e 5,77%, com média estimada 5,46% para setembro de 2024, o que implica em uma queda de 0,03 p.p. em relação ao valor real de julho de 2024 (último valor divulgado) e de 0,02 p.p. em relação ao valor estimado para agosto de 2024.

Como afirma Claudio Felisoni de Angelo Presidente do IBEVAR e Professor da FIA Business School: “Considerando-se a queda de atrasos (recursos livres) observado, é razoável esperar uma taxa de inadimplência entre a média (5,46%) e o limite inferior (5,14%) do intervalo estimado, para o mês de setembro de 2024”.

Fonte: Redação FIA – LABFIN.PROVAR e IBEVAR

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