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Por que a análise de dados é indispensável para a tomada de decisão nos negócios?

ago 19, 2020 | Varejo | 0 Comentários

A análise de dados promove a conexão entre negócios e informações, entregando subsídios e permitindo a geração de insights aos tomadores de decisão

Hoje, por meio de um conjunto de metodologias de captura, armazenamento e processamento de um volume imenso de informações variadas e dispersas, pode-se acelerar e aprimorar os processos decisórios, de modo a trazer vantagem competitiva para as empresas. Porém, tal conjunto só produz um real sentido e valor se, de fato, for posta em prática a análise de dados.

Neste artigo, vamos trazer alguns pontos que fazem a análise de dados ser um elemento cada vez mais indispensável para a tomada de decisão nos negócios. Esperamos que faça uma boa leitura e que aproveite os outros conteúdos sugeridos ao fim do texto. Vamos lá?

Complexidade do atual contexto dos negócios

Não é de hoje que as relações humanas e de trabalho vêm se modificando, em larga escala, devido ao avanço das tecnologias e da transformação digital.

A velocidade e a intensidade de tantas mudanças em pouquíssimo tempo também atingem, em cheio, o mundo dos negócios; afinal, toda relação comercial é, em última instância, uma relação humana.

Diante de um cenário de alta complexidade e de transformações infinitas, como quantificar, com precisão, o comportamento dos clientes e os resultados de um negócio? De que modo entender e, mais do que isso, antecipar necessidades e expectativas dos consumidores? Como embasar a tomada de decisão num contexto tão fluido e instável?

Com a necessidade de tomar boas e assertivas decisões e suportar todo o processo decisório nas empresas neste mundo em ebulição, tem sido necessário criar continuamente novas ferramentas e soluções para lidar com a complexidade do atual cenário de um modo inovador, criativo e eficiente.

A análise de dados vem, então, nessa direção, uma vez que promove a conexão entre negócios e informações das mais variadas fontes, com a finalidade de entregar subsídios e permitir a geração de insights aos tomadores de decisão.

Análise de dados: objetividade e embasamento para a tomada de decisão

Ao escolhermos qualquer coisa em nossas vidas, diversos fatores interferem em nosso processo decisório, desde aqueles de ordem mais prática quanto outros profundamente subjetivos.

No mundo empresarial, guardadas as devidas proporções da comparação, tais interferências também são de distintas naturezas.

No entanto, quanto menos objetivas forem as bases da tomada de decisão num negócio, mais inseguros se tornam os processos e, com isso, mais se aumentam os riscos para a empresa.

Ao oferecer subsídios concretos e embasados, a análise de dados possibilita aos tomadores de decisão mais objetividade e segurança, de forma a evitar a predominância de vieses cognitivos em seus processos.

Conquista de vantagem competitiva por meio da análise de dados

Já vimos em outro artigo aqui do blog que a inteligência de mercado é indispensável para as empresas na análise de dados e deve levar em conta não apenas as informações geradas internamente, mas, também, aquelas oriundas de todo o contexto de atuação.

Um dos principais benefícios que se obtém quando se monitora e analisa os próprios dados e os do mercado é a vantagem competitiva.

Ao incorporar a análise de dados ao fluxo de trabalho e à cultura organizacional, empresas e profissionais conseguem compreender melhor as necessidades e expectativas do público-alvo, o posicionamento de sua concorrência e a realidade do segmento num dado contexto, fortalecendo a inteligência competitiva.

Dessa forma, apoiando-se numa cultura baseada em dados, pode-se aprimorar estratégias internas que levem, num segundo momento, à geração de valor e à vantagem competitiva.

Aprimoramento da experiência do cliente

Especialistas de todos os segmentos têm sido unânimes em dizer que a experiência do cliente será, cada vez mais, o foco de atenção de todas as organizações que estão sabendo fazer uma acurada leitura do contexto atual.

Nesse sentido, a adaptação a modelos de negócios digitais — bem como a aplicação de diversas tecnologias para o entendimento da jornada de consumo dos clientes — deve ir ao encontro do bem-estar das pessoas, de modo a oferecer produtos com base em seus interesses e anseios.

As informações coletadas durante a jornada dos consumidores — por exemplo, a partir das métricas de relacionamento deles com o site e redes sociais da empresa — permitem antever tais necessidades e gostos, desde que elas sejam não só capturadas, mas adequadamente escolhidas, analisadas e incorporadas à tomada de decisão.

Assim, coletar e analisar os dados de interação dessa jornada com a empresa, produto e/ou serviço é indispensável para incrementar a experiência do cliente, por meio de processos decisórios que, obviamente, os levem em conta.

Seja, então, data driven!

Pessoas e empresas que tomam decisões a partir de dados são associadas a um conceito que vem se popularizando no mundo dos negócios: data driven.

O data driven envolve, evidentemente, o desenvolvimento e aprimoramento de ferramentas e habilidades que promovam a conexão entre dados e negócios.

Porém, mais do que isso, tal conceito se constitui, num sentido mais amplo, enquanto cultura que age sobre dados.

Para que uma empresa ou um profissional se torne data driven, sabe-se, de antemão, que é preciso coletar e armazenar informações oriundas de diferentes fontes.

Mas se deve ir além disso, pois para cada propósito traçado ou decisão a se tomar há um dado certo.

Ou seja, tanto a coleta quanto a análise dependem, antes, de definições claras de propósito para a escolha adequada de dados.

Sem tal clareza, uma empresa corre o risco de se perder em meio ao imenso volume de informações que dispõe, mesmo tentando pautar suas ações em dados.

Assim, para que uma organização ou profissional seja realmente data driven, não basta coletar e analisar dados: é preciso fazer a escolha do dado correto, capaz de basear, de fato, a tomada de decisão.

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