[vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text css=”.vc_custom_1457553799262{border-top-width: 0px !important;border-right-width: 1px !important;border-bottom-width: 0px !important;border-left-width: 1px !important;padding-top: 0px !important;padding-right: 20px !important;padding-bottom: 20px !important;padding-left: 20px !important;border-left-color: #bfbfbf !important;border-left-style: dotted !important;border-right-color: #bfbfbf !important;border-right-style: dotted !important;border-top-color: #bfbfbf !important;border-top-style: dotted !important;border-bottom-color: #bfbfbf !important;border-bottom-style: dotted !important;}”]Mudar de emprego nunca é uma decisão fácil, é preciso ponderar o salário oferecido, os benefícios, a cultura da empresa, a rotina da área. Afinal, toda mudança implica sair da sua zona de conforto e se aventurar em algo novo.

Bem, eu tomei essa decisão há pouco mais de seis meses e venho compartilhar minha experiência com vocês. Depois de quatro anos trabalhando no mercado financeiro, eu decidi fazer um caminho pouco comum entre os bancários, ir para a indústria.

O choque foi grande no início. Minha primeira impressão foi de que as coisas não eram tão ágeis como eram no banco, e, acreditem, isso se aplica principalmente aos computadores. Apesar de os processos serem mais lentos, fiquei surpreso (e contente) com a cultura mais inclusiva da empresa e a diversidade de pessoas que trabalham lá. No quesito open mind, a indústria está bem à frente do banco, ainda não chega ao nível de uma startup, mas eu já estou feliz de poder usar polo e calça jeans quase todos os dias de trabalho e ter uma lousa e giz para escrever o que quiser.

Vocês devem estar pensando: “ok, ok, já entendemos que seu emprego novo é mais divertido, mas valeu a pena?”. Bem, essa é uma pergunta que eu me faço constantemente. Se eu disser que estou 100% satisfeito, estarei mentindo, o trabalho é bem mais rotineiro nessa nova função, e o aumento que tive por ter mudado de cargo acabou por não compensar as perdas de benefícios e incentivos que eu tinha no banco (acreditem quando falam que o sindicato dos bancários é forte). Além disso, no que se refere a equipamentos tecnológicos, segurança da informação e infraestrutura em geral, a indústria ainda precisa melhorar bastante para se igualar aos bancos. Por outro lado, eu aprendi muita coisa nova, passei a lidar com centenas de produtos que estão na geladeira de muita gente (e não números em operações eletrônicas) e me senti muito mais à vontade para ser quem eu sou. Com esse novo emprego, conheci também áreas com as quais nunca tinha tido contato estando no banco, e começo a ficar tentado a estudar uma área completamente diferente da minha. Quem sabe essa mudança de emprego não acabe ocasionando uma mudança de carreira? Mais isso é assunto para outro post.

Em resumo, estudem bem o mercado e a área para a qual vocês estão se propondo a ir. Avaliem se é o momento certo de mudar e se essa empresa nova pode realmente ajudá-los a alcançar seus objetivos profissionais, para evitar arrependimentos no final. Mas o mais importante é não ter medo de arriscar e se desafiar, ficar na zona de conforto é fácil, mas não lhes acrescenta muita coisa. A decisão de mudar não é fácil, mas, se for tomada com consciência e não por desespero, tem grandes chances de dar certo.

Separei, abaixo, uma série de reportagens sobre o assunto, não deixem de consultar.

http://exame.abril.com.br/videos/sua-carreira/como-fazer-a-escolha-certa-ao-receber-propostas-de-emprego/

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/as-8-principais-razoes-para-mudar-de-emprego

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/10-sinais-na-entrevista-que-voce-vai-odiar-o-novo-emprego

http://carreiras.empregos.com.br/seu-emprego/mudanca-de-emprego/[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]