“Educar para quê?” O futuro da educação e o uso das novas tecnologias em sala de aula

Professoras Fernanda Castro, Maria Cecília Siffert e Rosana Godoy do LABFIN PROVAR FIA.

Nos dias 22 e 23 de setembro ocorreu em São Paulo o 18º Fórum Nacional do Ensino Superior Particular Brasileiro – FNESP, promovido pelo SEMESP, o Sindicato das Mantenedoras do Ensino Superior. A proposta do evento foi a de apresentar ao segmento educacional como as tecnologias podem ser articuladas como parceiras das estratégias de ensino-aprendizagem e como as Instituições de Ensino Superior podem fazer uso dessas tecnologias como ferramenta para novas propostas em suas salas de aula. Conhecer e agregar, agregar e difundir. Eis aí o grande desafio das escolas.

Todo o processo de mudança penetra o contexto educacional, já que o estudante passa de um estado passivo em sala de aula, para um estágio ativo, visto que o professor não é a única fonte de conhecimento dentro da sala de aula. Perspectivas voltadas a novas estratégias de ensino e aprendizagem, seja em cursos presenciais, a distância ou híbridos passam a ter um olhar mais reflexivo por parte das instituições de ensino privado como a flexibilização curricular, personalização do conteúdo e a economia criativa.

As tendências concebem o olhar para um estudante autônomo de seu aprendizado, capaz de escolher a melhor metodologia e aquilo que quer aprender.

Essa aprendizagem, ligada à formação ética do cidadão deve ser direcionada a construir uma tecnologia de carreira. A ideia é permitir que o aluno colabore em construir seu conhecimento a partir de suas habilidades e que alavanque o desenvolvimento de outras competências por meios digitais utilizados em sala de aula. AS novas tecnologias devem ser vistas como aliadas do ensino e não como barreiras para o aprendizado.

Isso são as tendências apontadas pelos palestrantes.

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